Os depoimentos das vítimas que acusam o pastor
Marcos Pereira de estupro indicam que o líder da Assembleia de Deus dos Últimos
Dias (ADUD) promovia orgias e abusos sexuais como se estivesse salvando as
pessoas de espíritos do mal.
As violações aconteciam na sede da igreja, em
São João de Meriti, na Baixada Fluminense, e em uma residência da ADUD, onde
moravam cerca de 30 seguidoras da seita.
Uma das vítimas, que contou ter sido violentada
pelo pastor dos 14 aos 22 anos de idade, disse que ao se tornar seguidora do
pastor Marcos Pereira e começar a usar o “roupão” típico dos fiéis foi muito
criticada pela família.
Ao ouvir o pastor afirmar que as críticas “eram
influência do diabo”, a jovem deixou a casa dos pais e se mudou para a
residência da assembleia.
De acordo com o depoimento, prestado no dia 15
de abril de 2013, antes dos estupros o pastor afirmou que estava “vendo um
espírito lésbico” na jovem.
Depois de algumas conversas, começaram os
abusos. Segundo a vítima, Marcos passou “a trazer outros membros da ADUD para
participar dos atos sexuais”.
Em uma das vezes, um “garoto de programa”
participou da orgia, contou ela. Segundo a vítima, o líder da Assembleia de
Deus dos últimos Dias “tinha sempre predileção por sexo anal”.
Admirador e
entusiasta da conduta do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), o parlamentar
baiano Pastor Sargento Isidório (PSB) continua a chamar atenção com suas
declarações; depois de 'explicar' que Feliciano "está certo" quando
diz que homossexuais e negros são "amaldiçoados" e de se declarar
"ex-gay", ele afirma que o casamento entre pessoas do mesmo sexo
"está deixando Deus irritado" e a reação do Criador pode ser vista,
por exemplo, na seca que castiga o Nordeste, nas enchentes do Sudeste, nos
atentados em Boston e até mesmo nas ameaças de guerra por parte da Coreia do
Note
Bahia 247
Admirador e entusiasta da conduta do polêmico
presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, o deputado
estadual Pastor Sargento Isidório (PSB) parece estar querendo se tornar uma
espécie de Feliciano da Bahia. Desde segunda-feira (15), Isidório tem suas
declarações inusitadas estampadas nos principais veículos de comunicação local.
Depois de 'explicar' que Feliciano "está
certo" quando diz que homossexuais e negros são "amaldiçoados" e
de se declarar "ex-gay", Iisdório, agora, afirma que o casamento
entre pessoas do mesmo sexo "está deixando Deus irritado" e a reação
do Criador pode ser vista, por exemplo, segundo o deputado, na seca que castiga
o Nordeste, nas enchentes do Sudeste, nos atentados em Boston e até mesmo nas
ameaças de guerra por parte da Coreia do Note.
Pastor Isidório diz ainda que não se preocupa
com o risco de ser expulso do PSB, pois estará "com Deus", e tal qual
Feliciano, afirma que está sofrendo perseguição religiosa por parte de seus
correligionários e de homossexuais.
Deixando
fatores religiosos de lado, cabe reparar que a escolha de Jorge Mario Bergoglio
terá imensas consequências políticas para brasileiros e argentinos.
No Brasil, a escolha privou os adversários de Dilma Rousseff de um aliado
seguro, que seria representado pelo cardeal Odilo Scherer.
A possível escolha de dom Odilo foi acompanhada com uma esperança inusitada por
parte dos meios de comunicação, engrossando um coral de cálculos em voz baixa
elaborados por políticos de oposição e personalidades próximas.
A ideia era que um papa brasileiro, como dom Odilo, poderia ser um ótimo
contraponto na campanha de 2014 – quando o país deve assistir a um novo esforço
dos adversários do governo para silenciar Lula, personalidade que possui uma
estatura que nenhum rival conseguiu alcançar até o momento, pelo menos.
Imagine um papa – a quem muitos católicos enxergam como a voz de Deus na Terra
– fazendo pronunciamentos e declarações desfavoráveis ao governo Dilma. Seria
uma ajuda e tanto, vamos combinar. Bento XVI chegou a ensaiar movimentos
nesta direção, em 2010, deixando clara sua preferência pelos adversários de
Dilma.
Dois bispos, em Guarulhos e na Paraíba, fizeram campanha direta e explícita
contra a presidente. Um terceiro bispo, que assumiu uma postura oposta, foi
pressionado a renunciar logo após as eleições.
O próprio José Serra deixou-se fotografar beijando um crucifixo e sua campanha
fez de uma obsessão do Vaticano – o aborto – um tema quentíssimo da eleição.
A falta de carisma de Bento XVI e a boa situação do país, que crescia 7,5% em
2010, impediram que uma intervenção dessa natureza tivesse maiores
consequências.
Embora Dilma Rousseff seja titular de um governo que mantém apoio da ampla
maioria dos brasileiros em 2013, como dizem seus índices de opinião, ninguém
imagina que a decisão de 2014 irá ocorrer num ambiente semelhante. A
possibilidade de a oposição se aliar a um dissidente do governo da estatura de
Eduardo Campos coloca questões de outra natureza.
Na Argentina, a escolha de Bergoglio promete gerar complicações semelhantes
para o governo de Cristina Kirchner, que vive um momento muito mais complicado
do que a vizinha ao Norte. O novo papa é um adversário assumido de seu governo.
É possível fazer algumas observações, contudo.
Bergoglio e sua igreja
passaram em silêncio pelo genocídio que devastou a Argentina na ditadura
JORGE MARIO Bergoglio leva ao Vaticano um pecado imperdoável: foi no mínimo
omisso durante o genocídio que a ditadura militar argentina praticou entre 1976
e 1983. Nem é possível alegar que não era, então, uma figura destacada na hierarquia
eclesiástica: foi provincial dos jesuítas entre 1973 e 1979. A parte mais
selvagem da repressão se deu precisamente entre o golpe de 1976 e 1978, quando,
a rigor, a esquerda armada já havia sido esmagada, junto com milhares de civis
desarmados. Há na Argentina quem acuse Bergoglio de ter sido pior do que omisso: o
jornalista Horácio Verbitsky, autor de um punhado de livros sobre a ditadura,
acusa o agora papa de ter sido cúmplice da repressão ao denunciar aos
militares, como subversivos, sacerdotes que desempenhavam forte ação social. Verbitsky diz possuir documentos obtidos na Chancelaria argentina que
demonstram a veracidade de sua acusação. Antes do conclave anterior (2005), um advogado da área de direitos humanos
chegou a propor uma ação contra Bergoglio, acusando-o de ter sido cúmplice no
sequestro de dois padres jesuítas em 1976. Bergoglio sempre negou as acusações. Disse que, ao contrário, tentou
proteger os jesuítas perseguidos.
Jorge Mario Bergoglio, o cardeal argentino de 76
anos eleito ontem o novo papa da Igreja Católica com o nome de Francisco, em
homenagem ao santo de Assis e também ao xará Xavier que tentou evangelizar a
Índia no século XVI, pode até agradar a todos mas não a mim.
O seu passado suspeito, com graves acusações de participação na ditadura
argentina, não o credenciam a ser o pastor de 1 bilhão e 200 milhões de fiéis
espalhados pelo mundo.
Ele pode até não ser culpado, mas no mínimo
cometeu o pecado da omissão – como bem escreve hoje, na Folha de S.Paulo,
o jornalista Clóvis Rossi.
Leiam. E lamentem:
Jorge Mario Bergoglio leva ao Vaticano um pecado
imperdoável: foi no mínimo omisso durante o genocídio que a ditadura militar
argentina praticou entre 1976 e 1983.
Nem é possível alegar que não era, então, uma
figura destacada na hierarquia eclesiástica: foi provincial dos jesuítas entre
1973 e 1979. A parte mais selvagem da repressão se deu precisamente entre o
golpe de 1976 e 1978, quando, a rigor, a esquerda armada já havia sido
esmagada, junto com milhares de civis desarmados.
Há na Argentina quem acuse Bergoglio de ter sido
pior do que omisso: o jornalista Horácio Verbitsky, autor de um punhado de
livros sobre a ditadura, acusa o agora papa de ter sido cúmplice da repressão
ao denunciar aos militares, como subversivos, sacerdotes que desempenhavam
forte ação social.
Verbitsky diz possuir documentos obtidos na
Chancelaria argentina que demonstram a veracidade de sua acusação.
Antes do conclave anterior (2005), um advogado
da área de direitos humanos chegou a propor uma ação contra Bergoglio,
acusando-o de ter sido cúmplice no sequestro de dois padres jesuítas em 1976.
Bergoglio sempre negou as acusações. Disse que,
ao contrário, tentou proteger os jesuítas perseguidos.
O que não dá para negar é que Bergoglio passou
em silêncio por um período negro da história argentina, em que o comportamento
de sua igreja foi obsceno.
Agenda homofóbica na
campanha para prefeito de São Paulo foi contestada pelo publicitário Luiz
Gonzalez, que faz os programas de José Serra; cada vez mais, o jornalista
Reinaldo Azevedo, que hoje postou novo vídeo de Silas Malafaia, se converte no
marqueteiro informal de Serra, numa campanha marcada pela baixaria; presidente
da ABGLT publicou carta aberta ao candidato, lamentando postura
discriminatória; Serra pode perder a eleição e a própria biografia
247 – Até agora, tem sido desastrosa ideia de
José Serra de colocar como tema central do segundo turno em São Paulo o tema do
chamado “kit-gay”. Ontem, reportagem da Folha de S. Paulo revelou que Serra,
quando governador de São Paulo, divulgou cartilha semelhante à que foi
preparada por Fernando Haddad, no Ministério da Educação.
Hoje, duas notas publicadas na coluna de Monica Bergamo revelam
que a inclusão desse tema foi questionada tanto pelo coordenador da campanha,
Edson Aparecido (PSDB-SP), como pelo marqueteiro do candidato, Luiz Gonzalez.
Leia abaixo:
MALAFAIA FORA...
A coordenação da campanha de José Serra (PSDB-SP) se dividiu em relação à
adesão explícita do pastor Silas Malafaia à campanha do tucano. Antes mesmo da
revelação de que o próprio Serra, quando governador, autorizara a distribuição,
em SP, de material anti-homofobia, que Malafaia chama de "kit gay",
líderes do partido defendiam que o tema ficasse fora da campanha oficial.
...DE CONTROLE
Entre os contrários à entrada de Malafaia pela porta da frente na eleição
estavam Edson Aparecido (PSDB-SP), coordenador da campanha de Serra, e Luiz
González, marqueteiro do candidato.
Serra bancou a aposta e a única voz que o defende é a do
blogueiro Reinaldo Azevedo, que se comporta como uma espécie de guru e
marqueteiro informal do candidato. Nesta manhã, Azevedo publicou novo vídeo de
Silas Malafaia. Assista:
Agenda homofóbica na
campanha para prefeito de São Paulo foi contestada pelo publicitário Luiz
Gonzalez, que faz os programas de José Serra; cada vez mais, o jornalista
Reinaldo Azevedo, que hoje postou novo vídeo de Silas Malafaia, se converte no
marqueteiro informal de Serra, numa campanha marcada pela baixaria; presidente
da ABGLT publicou carta aberta ao candidato, lamentando postura
discriminatória; Serra pode perder a eleição e a própria biografia
247 – Até agora, tem sido desastrosa ideia de
José Serra de colocar como tema central do segundo turno em São Paulo o tema do
chamado “kit-gay”. Ontem, reportagem da Folha de S. Paulo revelou que Serra,
quando governador de São Paulo, divulgou cartilha semelhante à que foi
preparada por Fernando Haddad, no Ministério da Educação.
Hoje, duas notas publicadas na coluna de Monica Bergamo revelam
que a inclusão desse tema foi questionada tanto pelo coordenador da campanha,
Edson Aparecido (PSDB-SP), como pelo marqueteiro do candidato, Luiz Gonzalez.
Leia abaixo:
MALAFAIA FORA...
A coordenação da campanha de José Serra (PSDB-SP) se dividiu em relação à
adesão explícita do pastor Silas Malafaia à campanha do tucano. Antes mesmo da
revelação de que o próprio Serra, quando governador, autorizara a distribuição,
em SP, de material anti-homofobia, que Malafaia chama de "kit gay",
líderes do partido defendiam que o tema ficasse fora da campanha oficial.
...DE CONTROLE
Entre os contrários à entrada de Malafaia pela porta da frente na eleição
estavam Edson Aparecido (PSDB-SP), coordenador da campanha de Serra, e Luiz
González, marqueteiro do candidato.
Serra bancou a aposta e a única voz que o defende é a do
blogueiro Reinaldo Azevedo, que se comporta como uma espécie de guru e
marqueteiro informal do candidato. Nesta manhã, Azevedo publicou novo vídeo de
Silas Malafaia. Assista:
Em meio à baixaria, o ativista Toni Reis, presidente da ABGLT,
escreveu carta aberta a José Serra, em que revela sua decepção com a baixaria
patrocinada pelo candidato tucano. Serra corre o risco de perder não apenas a
eleição, como a própria biografia. Leia, abaixo, a carta aberta de Toni Reis:
CARTA ABERTA DE TONI REIS AO JOSÉ SERRA
Prezado José Serra,
Tenho 48 anos, sou gay e atualmente sou presidente da ABGLT – Associação
Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Sou casado oficialmente
com David Harrad há 23 anos e somos os pais legais de Alyson Miguel Harrad
Reis.
E eis que finalmente aparece a primeira foto de Nakoula Basseley Nakoula, 55
anos, o americano de origem egípcia por trás do infame A Inocência dos
Muçulmanos.
O filme continua a gerar protestos violentos no mundo árabe. Poucas horas
atrás, uma mulher-suicida – raridade das raridades, até aqui – matou a si mesma
e mais doze pessoas numa perua em Cabul, a capital do Afeganistão.
O atentado foi reivindicado pelo Hezb-i-Islami,
um grupo que, a exemplo do Talibã, luta contra a presença americana no
Afeganistão e contra o governo local, controlado pelos Estados Unidos. Nove
estrangeiros morreram na ação, atribuída pelo Hezb-i-Islami ao filme de
Nakoula.
Na mesma Cabul, o site do New York Times publicou uma foto perturbadora: uma
marcha de crianças que gritavam “Morte aos Estados Unidos”. O ambiente não
poderia ser mais nervoso. Na semana passada, um drone – os aviões americanos de
guerra sem tripulação – matou mulheres e crianças no Afeganistão numa tentativa
de alcançar militantes islâmicos.
Crianças gritam "morte aos Estados Unidos"
num protesto no
Afeganistão
Crianças gritam "morte aos Estados Unidos"
num protesto no Afeganistão
Enquanto isso, do outro lado do mundo, Nakoula segue em sua louca cavalgada.
Fugiu de sua casa na Califórnia no meio dessa madrugada com sua família rumo a
um local ignorado.
As novas informações que vão aparecendo dele reforçam o perfil de um
vigarista fanático. Nakoula, papéis descobertos ontem mostram, era informante
do FBI. Ele se ofereceu para o papel de delator para reduzir a pena a que fora
condenado por fraudes variadas, de sonegação de imposto ao uso de nomes falsos
com propósitos espúrios.
Nakoula afirmou que o Islã é o “câncer do mundo”. Se ele olhar para o
espelho, vai ver o tipo de gente que é, na verdade, o câncer do mundo.
Um dia depois de perder a dianteira na disputa
pela Prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB) chorou ao participar de uma
missa do padre Marcelo Rossi. O tucano foi convidado pelo sacerdote e
acompanhou a cerimônia da primeira fila do altar.
Chamada "missa de cura e libertação",
a celebração tem, tradicionalmente, forte conteúdo simbólico.
Rossi falou a Serra sobre a missa há cerca de 20
dias, durante rápido encontro na Bienal do Livro. Na ocasião, ressaltou que a
missa era transmitida pela internet a "cerca de 500 mil pessoas".
Ontem, outras 15 mil acompanharam a cerimônia in loco.
"Serra, você vai ver que missa emocionante
é essa", avisou Rossi, logo no início]
O candidato do PSDB à
Prefeitura de São Paulo, José Serra,
em missa celebrada
pelo padre Marcelo Rossi
Reinaldo Canato/Folhapress
O padre pregou sobre superação de adversidades.
Durante a palavra, citou um versículo de Eclesiástico. "Não entregues tua
alma à tristeza e não aflijas a ti mesmo com tuas preocupações", disse,
lendo o texto. "No mundo, querem nos derrubar com mentiras e inverdades.
Aqui não", falou em outro trecho.
Serra comungou. "Nada poderá me abalar.
Nada poderá me derrotar", dizia a música que embalou a ceia.
No fim da missa, o tucano falou. Parabenizou o
padre e dom Fernando Figueiredo pelo santuário que vão inaugurar. "Eles
desconhecem os limites do impossível", disse.
Depois, chorou ao lembrar que, já no fim da
vida, sua mãe recebeu uma bênção de dom Fernando. "Isso me marcou
muito". Serra recebeu água benta e saiu. "A porta está aberta para
todos," disse padre Marcelo. "Mas amigo é amigo" concluiu.
Tá feio Serra. Parece que nem o padreco o salvará. Olha como ele está gordo!!!. Este Marcelo Rossi é péssimo como cantor e pior ainda como ator, porque no papel de padre ele é um grande canastrão.
Soberba, avareza, luxúria e pedofilia, os itens
enumerados na capa de Os Pecados do Vaticano, são apenas uma amostra dos
escândalos que Claudio Rendina, escritor, poeta e historiador descreve em 352
páginas, com lupa de pesquisador e experiência de vaticanista. Lançada em 2009,
a obra vendeu 30 mil exemplares em um mês. Não só pelo apelo do título e pelo
conteúdo do índice - sete capítulos e apêndice -, mas também pela ficha
bibliográfica do autor. Rendina escreveu, anteriormente, outros livros na mesma
linha, entre eles Cardeais e Cortesãs, História dos Segredos do
Vaticano e A Vida Secreta dos Papas, sempre com muito sucesso. É um
autor que incomoda o Vaticano, mas não deixa de ser respeitado.
Com base em documentos e citações fidedignas, Rendina
descreve tramoias financeiras, aventuras sexuais, crimes de homicídio e
massacres institucionais praticados por autoridades da Igreja. Os escândalos
vêm desde os primeiros séculos, multiplicam-se na Idade Média e avançam até os
tempos modernos. No caso da pedofilia, por exemplo, que incrimina cardeais e
papas da época do Renascimento, as denúncias chegam até os dias de hoje. Ao
tratar de assassinatos de pontífices no passado, o autor registra a suspeita de
que João Paulo I teria sido envenenado em 1978 numa suposta queima de arquivo.
O título do novo livro de Rendina soa um tanto panfletário - o conteúdo, porém,
é sério.