4 de novembro de 2012

Já que Lula é imbatível, tentarão torná-lo inelegível



Por CELSO LUNGARETTI

O certo é que Lula tem um caminho pedregoso pela frente, até a eleição de 2014. Se ainda usasse barbas, deveria botá-las de molho...

Na análise que fiz sobre o 2º turno da eleição paulistana (ver aqui), pensei em incluir um alerta ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recomendando que reforçasse sua segurança.
A vitória de Fernando Haddad, aposta temerária de Lula que deu certo, praticamente afastou qualquer possibilidade de não ser ele o candidato do PT à eleição presidencial de 2014, com enorme chance de conquistar o terceiro mandato.
Ora, há direitistas dispostos a tudo para quebrarem o círculo virtuoso do lulismo.
As analogias históricas não podem ser descartadas, pois as repetições das tragédias ocorrem amiúde --e nem sempre como farsas.
Em 1945, as forças retrógradas pensaram que bastaria uma pequena ajuda estadunidense para se livrarem de Getúlio Vargas, a pretexto da supressão de uma ditadura semelhante às derrotadas nos campos de batalha da II Guerra Mundial.
O objetivo imediato foi conseguido, com o pressionado Vargas abdicando do poder e de concorrer à eleição presidencial imediata. Contudo, ele apoiou o poste Eurico Gaspar Dutra, fazendo com que fosse eleito; depois, sucedeu-o pela via democrática.
Os reaças contra-atacaram com a articulação (capitaneada pela UDN) para forçar o seu impeachment, por corrupção, em 1954.
Se tal cartada também tivesse falhado, qual seria o passo seguinte? Sabe-se lá. O certo é que quem vai tão longe, não volta atrás; joga cada vez mais pesado.
O lulismo já está no terceiro mandato presidencial e a conquista do quarto parece ser favas contadas. O escândalo do  mensalão  não produziu o mesmo resultado do  mar de lama, assim como o Cansei! não conseguira bisar a Marcha da Família, com Deus, pela Liberdade.

Sobre o retorno de Marcos Valério



Por Paulo Nogueira

Lula, no Planeta Veja, já não é apenas o maior corrupto da história da humanidade. Está também, de alguma forma, envolvido num assassinato. Chamemos Hercule Poirot

E lá vem ele de novo, Marcos Valério.
Pobre leitor.
Mais uma vez, o que é apresentado – a título de “revelações” – é um blablablá conspiratório e repetitivo em que não existe uma única e escassa evidência.
Tudo se resume às palavras de Marcos Valério. Jornalisticamente, isso é suficiente para você publicar acusações graves?
Lula, no Planeta Veja, já não é apenas o maior corrupto da história da humanidade. Está também, de alguma forma, envolvido num assassinato. Chamemos Hercule Poirot.
Se você pode publicar acusações graves sem provas, a maior vítima é a sociedade. Não se trata de proteger alguém especificamente. Mas sim de oferecer proteção à sociedade como um todo.
Imagine, apenas por hipótese, que Marcos Valério, ou quem for, acusasse você, leitor. Sem provas. Numa sociedade avançada, você está defendido pela legislação. A palavra de Valério, ou de quem for, vale exatamente o que palavras valem, nada – a não ser que haja provas.

Por que Roberto Freire tem tanto ódio a Lula?




Para quem já foi considerado um dos mais combativos nomes da esquerda nacional, o deputado federal Roberto Freire (PPS) tem se mostrado cada vez mais alinhado à linha dura da direita nacional; além das críticas constantes ao PT e ao governo federal, o parlamentar clama, agora, por uma investigação por parte da Procuradoria Geral da República para apurar os aspectos ainda desconhecidos do esquema de Marcos Valério - especialmente a suposta participação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no mensalão; a base para isto? A última matéria de capa da revista Veja

PE247 - A mais nova capa da revista Veja, em que tentam ligar o ex-presidente Lula ao assassinato de Celso Daniel, mexeu com os brios de muita gente, em especial os da oposição. Nada mais natural que dirigentes de partidos que não veem com bons olhos os resultados obtidos pelo PT, seja em nível social, econômico ou político, esbravejasse aos quatro ventos que é necessário brecar os planos de permanência no poder por parte do PT.  Críticas de dirigentes como Sérgio Guerra (PSDB), Agripino Maia (DEM), entre outros são mais que naturais no jogo democrático. O que causa estranheza é que um dos primeiros a pedir uma investigação de forma de forma urgente – tendo como base uma reportagem onde se pressupõe que o operador do Mensalão, Marcos Valério tenha segredos de alcova contra Lula – parta de quem já foi considerado um dos mais representativos nomes da esquerda nacional, o atual presidente do PPS, deputado federal Roberto Freire.
"Nós temos que nos posicionar, não podemos esperar. A cada dia surgem novos fatos. Nós precisamos que o Ministério Público abra um novo inquérito para investigar tudo isso", diz o parlamentar. Mas o que motiva este ódio por parte de alguém que até 2004 integrava a base do governo Lula e que hoje o pinta quase como um demônio que deve ser expulso do convívio com os demais mortais?
O antigo comunista, sempre teve até 2002 um amplo apoio da população pernambucana, em especial os dos que fazem o chamado voto de opinião. Naquela eleição, contudo, Freire foi o menos votado, angariando apenas 54.003 votos, elegendo-se com certa dificuldade.  Naquela ocasião, ele atribuiu o seu fraco desempenho por estar ao lado do candidato Ciro Gomes, que estava em queda livre nas pesquisas. Poucos anos depois, ele aparecia como suplente do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) e em 2008 acabou transferindo seu domicílio eleitoral para São Paulo, onde garantiu uma sobrevida política.
Esta decadência vem justamente da fatia do eleitorado do qual ele optou por se afastar. Em 1998, quando Jarbas Vasconcelos foi eleito governador de Pernambuco com mais de um milhão de votos em cima de Miguel Arraes (PSB), Freire apoiou o peemedebista. Desta forma, acabou associado a um certo ranço e conservadorismo político que resultou num distanciamento paulatino daquele eleitor que até então lhe era fiel.
A sua chegada em São Paulo foi marcada por um discurso onde o parlamentar afirmava querer construir uma alternativa de esquerda para o Brasil, nem que para isso fosse necessário associar-se ao PSDB. Na ocasião, em entrevista, o deputado declarou que "São Paulo é um Estado onde o PT não tem hegemonia, é derrotado pela esquerda da social democracia brasileira, concentrada no Estado".  Sob esta ótica, ele condenou – e condena – a aproximação com governos “bolivarianos “ como o de Hugo Chavéz, e com o Movimento dos Trablahadores Rurais Sem Terra (MST), a que já taxou como sendo uma "gente de visão atrasada, presa a dogmas passados".
 Até mesmo programas sociais que se mostraram de uma eficácia inegável e que são uma referência mundial no quesito de distribuição de renda, como o Bolsa-Família, foram desqualificados por ele. “Política compensatória é um coronelismo moderno, com cartão eletrônico", disse.
O rompimento com o Partido dos Trabalhadores veio ainda no primeiro mandato de Lula, em 2004, e antes que estourasse o escândalo do Mensalão. Foi ali que o antigo comunista começou a esbravejar contra tudo e contra todos. E não faltaram críticas. Desde taxar o governo Lula de “neoliberal”, de “não promover alterações na política econômica”, até ao fato do PT “não possuir um projeto de governo”, tudo foi alvo para a metralhadora giratória de Freire.

Posse de Barbosa pode ser tocaia para Dilma




Relator da Ação Penal 470 assume o comando do Poder Judiciário no dia 22 deste mês com pompa e circunstância; aparentemente, Dilma vai, mas nada impede que Joaquim Barbosa, dias depois da foto oficial com a presidente, aceite a proposta de delação premiada de Marcos Valério contra o ex-presidente Lula; decisão é uma das mais arriscadas de um governo que se equilibra entre a lealdade a Lula e seus compromissos institucionais

247 - O dia 22 de novembro é a data marcada para que Joaquim Barbosa assuma a presidência do Supremo Tribunal Federal e o comando do Poder Judiciário no Brasil. Relator da Ação Penal 470, Barbosa já foi criticado pelos próprios colegas da corte e também por advogados dos réus, que o enxergam como carrasco inquisidor, e não como juiz. Nas mãos dele, repousa um documento explosivo: o pedido de Marcos Valério, pivô do mensalão, para que faça parte do Sistema Nacional de Proteção a Testemunhas e para que seja beneficiado com a delação premiada. Segundo frases atribuídas a Valério pela revista Veja, o ex-presidente Lula seria o "chefe" do mensalão e teria também sido chantageado por personagens ligados ao assassinato de Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André. Cabe ao futuro presidente da corte definir o que fazer em relação a isso.
Barbosa também tem em suas mãos alguns convites especiais para a sua posse. Ele já solicitou um pedido oficial de audiência ao Palácio do Planalto para que pudesse entregá-los pessoalmente à presidente Dilma Rousseff -- o que não se confirmou. Não há, portanto, uma foto oficial de Barbosa ao lado de Dilma, no momento emblemático em que ex-presidentes do PT, como José Dirceu e José Genoino, estão sendo condenados e tendo suas penas definidas pelo Supremo Tribunal Federal.
De um lado, Dilma tem sido pressionada a não comparecer à posse de Joaquim Barbosa, tanto pelo ex-presidente Lula, como por quadros do Partido dos Trabalhadores. Seria um "recado" em relação ao "julgamento de exceção" conduzido por Joaquim Barbosa. De outro, é pressionada a comparecer. Sua ida foi anunciada ontem, no jornal O Globo, pelo colunista Jorge Bastos Moreno e comemorada neste domingo, com "alívio", por Merval Pereira. Seria uma obrigação institucional.

Morte a Lula é guerra sem fim, diz Kotscho




Ex-porta-voz do presidente Lula reage às manchetes de Veja, Folha, Globo e Estado deste fim de semana, que conectam Lula não apenas ao mensalão, mas também à morte de Celso Daniel; "quanto mais perdem, mais furiosos ficam", diz o jornalista; nesse vale-tudo, donos dos meios de comunicação, se pudessem escolher, trocariam a prisão de Marcos Valério, o "mequetrefe", pela de Lula, o suposto chefe de todo o esquema

247 - O movimento parece organizado e está nas manchetes dos principais jornais do País. Veja conecta Lula à morte de Celso Daniel. O Estado de S. Paulo complementa a notícia. E a Folha, ancorada apenas numa frase esparsa do ministro Marco Aurélio Mello, aponta que o Supremo Tribunal Federal está propenso a conceder a proteção demandada pelo operador do mensalão.
Se aos donos dos veículos fosse possível escolher, eles não hesitariam: Lula preso, Valério solto. Diante da marcha acelerada do golpe paraguaio contra Lula, apontado aqui no 247 há várias semanas, o ex-porta-voz de Lula, Ricardo Kotscho, decidiu reagir. E disse que Lula será alvo de uma guerra sem fim movida pelos principais meios de comunicação do País. "Quanto mais perdem, mais furiosos ficam". Leia seu artigo: 
Por Ricardo Kotscho

Pouco antes do segundo turno das eleições presidenciais de 2006, o sujeito viu a manchete do jornal na banca e não se conformou.
"Esse aí, só matando!", disse ao dono da banca, apontando o resultado da última pesquisa Datafolha que apontava a reeleição de Lula.
Passados seis anos desta cena nos Jardins, tradicional reduto tucano na capital paulista, o ódio de uma parcela da sociedade _ cada vez menor, é verdade _ contra Lula e tudo o que ele representa só fez aumentar.
Nem se trata mais de questão ideológica ou de simples preconceito de classe. Ao perder o poder em 2002, e não conseguir mais resgatá-lo nas sucessivas eleições seguintes, os antigos donos da opinião pública e dos destinos do país parecem já não acreditar mais na redenção pelas urnas.
Montados nos canhões do Instituto Millenium, os artilheiros do esquadrão Globo-Veja-Estadão miraram no julgamento do chamado mensalão, na esperança de "acabar com esta raça", como queria, já em 2005, o grande estadista nativo Jorge Bornhausen, que sumiu de cena, mas deixou alguns seguidores fanáticos para consumar a vingança.
A batalha final se daria no domingo passado, como consequência da "blitzkrieg" desfechada nos últimos três meses, que levou à condenação pelo STF de José Dirceu e José Genóino, duas lideranças históricas do PT.
Faltou combinar com os eleitores e o resultado acabou sendo o oposto do planejado: o PT de Lula e seus aliados saíram das urnas como os grandes vencedores em mais de 80% dos municípios brasileiros. E as oposições continuaram definhando.
Ato contínuo, os derrotados de domingo passado esqueceram-se de Dirceu e Genoíno, e mudaram o alvo diretamente para Lula, o inimigo principal a ser abatido, como queriam aquele personagem da banca de jornal e o antigo líder dos demo-tucanos.
Não passa um dia sem que qualquer declaração de qualquer cidadão contra Lula vá para a capa de jornal ou de revista, na tentativa de desconstruir o legado deixado por seu governo, ao final aprovado por mais de 80% da população _ o mesmo contingente de eleitores que votou agora nos candidatos dos partidos por ele apoiados.
Enganei-me ao prever que teríamos alguns dias de trégua neste feriadão. Esta é uma guerra sem fim. Quanto mais perdem, mais furiosos ficam, inconformados com a realidade que não se dobra mais aos seus canhões midiáticos movidos a intolerância e manipulação dos fatos.
O país em que eles mandavam não existe mais.

Fonte – Brasil247

O golpe do vigário é tirar o mensalão tucano da fila de novo



Marco zero pós-eleições contra o golpe paraguaio no tapetão do judiciário é não deixar o mensalão tucano ir para o fim da fila de novo, nem se deixar capturar pela surrada pauta negativa demotucana que estão tentando reciclar para 2014.
 
Depois de 3 meses ininterruptos de "overdose" de notícias sobre o julgamento do chamado "mensalão", foi só passarem as eleições com derrota da oposição e vitória do PT e PSB, para que o julgamento em si, que ainda não acabou, saísse da pauta principal.
Os jornalistas demotucanos que falavam em novos tempos de fim da impunidade, de passar o Brasil a limpo, deveria estar cobrando o quê? A fila andar. E quem está na fila? O julgamento do mensalão tucano, cujos fatos aconteceram pelo menos 5 anos antes do petista e que prescreverá em 2014.
Mas a imprensa demotucana, já aplica o golpe do vigário em seus leitores / telespectadores novamente. Da mesma forma que pressionaram o STF para furar a fila, passando este julgamento de petistas à frente do mensalão tucano (e cronologicamente casado com a campanha eleitoral), já tratam de fazer lobby para furar a fila de novo, jogando o mensalão tucano para o fim da fila, senão a candidatura de Aécio Neves (PSDB) se evapora.
E a estratégia destes barões da mídia é usar o nome do presidente Lula com duplo objetivo: desgastá-lo e desviar as atenções do mensalão tucano, para manter a pauta do noticiário negativo presa aos petistas, e sobretudo ao seu maior líder, o presidente Lula.
É nessa armadilha que os lulistas não podem cair. Todos os líderes políticos aliados a Lula, seja do PT ou aliados, não podem ficar presos à pauta negativa que a oposição quer impor. Toda vez que forem perguntados sobre mensalão, devem falar que a hora é de julgar o mensalão tucano, antes que prescreva, e que acha que delação premiada de Marcos Valério só atingirá tucanos no período do governo FHC, sobretudo 1999 a 2002, ainda abafadas.
Inclusive não há o que temer. Se Valério tivesse como envolver Lula, já teria feito antes mesmo das eleições de 2006, dentro da estratégia de "sangramento". Assim os demotucanos nem precisaria ter criado a armadilha dos "aloprados". Um tucano seria eleito (talvez o candidato nem tivesse sido Alckmin e sim Serra ou o próprio FHC, caso Valério tivesse munição forte contra Lula). Um novo Brindeiro assumiria a Procuradoria Geral e trataria tudo como crimes eleitorais já prescritos, engavetando tudo. Paradoxalmente, se Lula perdesse em 2006, Dirceu, Genuíno e Delúbio também estariam livres de processos junto com Valério e Eduardo Azeredo, num grande acordão.

Portanto ninguém precisa ter medo da verdade, porque, dentro da verdade, Lula não tem envolvimento nenhum. Resta lutar contra a mentira, inclusive na quimera (como bem definiu o ministro Fux do STF) contida nos autos da Ação Penal 470. Mas sem cair na armadilha de ser capturado pela eterna pauta oposicionista do mensalão de 2005, sem cobrar o julgamento do ocorrido em 1998 e do mensalão ainda oculto de 1999 a 2002.


Fonte - Amigosdopresidente lula

Regina Duarte descobriu que manga com leite não mata



Uma notinha publicada hoje na coluna de Mônica Bergamo no Jornal Folha de São Paulo, mostra que Regina Duarte perdeu o medo de Lula.

Para a colunista, a atriz disse que,  De Lula, é melhor não relembrar [a declaração que ela deu na campanha de 2002 dizendo ter medo da vitória de Lula]. Não tem mais nada a ver com o que a gente tá vivendo.
Sobre a presidente Dilma, ela disse:
Nossa, eu tenho encantamento por ela, desde o início, sabe? Na política internacional, me impressionou muito como ela entrou firme defendendo umas coisas legais. Tem uma frase dela de que eu gosto: o controle da mídia é o controle remoto. É uma postura democrática que tem que ser louvada. E dá uma coisa bacana, a gente fica orgulhosa de ter uma mulher ali.

E ainda falou sobre a minnistra Marta Suplicy

Vamos ver [como será Marta Suplicy no Ministério da Cultura]. Ela tem ímpeto. Quando quer, faz coisas extraordinárias. Vamos falar dos CEUs, para deixar ela bem estimulada? Tem que falar "Viva a Marta!". Porque eu rodei os 21 CEUs. Tudo neles é bom, bem feito, descentraliza a cultura. Não é qualquer nota, não. Eu inaugurei neles o teatro com uma turnê. Tive lições de paulistanês. Viajava uma hora e meia para chegar lá. E ia vendo uma SP que não conhecia. Fiquei encantada. Às vezes uma patrulha nos acompanhava. Mas nunca foi necessário. O povo brasileiro é tão bom, é tão amoroso, né? O que tem aí de violência é tão minoritário...

E vocês queridos leitores, o que acham ? Regina perdeu o medo do PT? 


Fonte - Amigosdopresidentelula

Caros Leitores

Agora é pra valer. Recomeçarei a postar no Blog. Estava com problemas de adaptação com os novos óculos. Agradeço a compreensão e espero a volta de todos vocês.
Dirceu