1 de dezembro de 2012

La noche que Lula eclipsó a Sofía Loren



 Essa é para a Imprensa e a oposição extrebuchar de raiva.
Nota de Dirceu Faria

Quizás una de las más raras cualidades del calendario Pirelli sea su poder aglutinador. Anoche, en la celebración de su edición 2013, en los muelles de Río de Janeiro, se escenificaba este presupuesto con Sofía Loren como musa oficial, Lula da Silva ejerciendo de estrella robaplanos invitada, y presentando entre plato y plato, el actor brasileño Rodrigo Santoro (exnovio de Gisele Bundchen a quien recordarán por un papel secundario en Perdidos o como rey persa como de disco ibicenca en 300). Todos ellos rodeados de las habituales supermodelos que nutren anualmente esta fiesta. En esta ocasión, todas ellas con perfil solidario, como exigían las reglas del nuevo almanaque.
El casting de la velada, de lo más inesperado, contaba también con un par de actores de Hollywood de relumbrón para entretener a las maniquíes en la mesa secundaria: mientras Owen Wilson eludía sacarse fotos con cualquiera que se le acercara iPhone en mano, Stephen Dorff lanzaba guiños entregados a las bellezas de calendario que le rodeaban. Ya sucedió el año pasado en Nueva York, donde se presentó la edición anterior de The Cal y comparecieron, en plan sorpresa, Julianne Moore (exmusa del almanaque) y Adrien Brody.

Lula da Silva, con Sofía Loren. / PIRELLI
En la mesa principal, la insustituible Loren (enormes gafas graduadas, escote generoso, gargantilla y pendientes de valor incalculable e imperturbable sonrisa) convocaba a un enjambre de curiosos, VIP y no tanto, escoltada por Da Silva y Marco Tronchetti, dueño y señor del imperio de caucho. Steve McCurry, veterano fotógrafo de guerra responsable de la edición teñida de solidaridad para 2013, boqueaba como pez fuera del agua mientras la modelo brasileña Isabeli Fontana se imponía como cómplice desde el asiento de al lado para sacarle del apuro de ejercer de estrella, aunque solo fuera por una noche. La top etíope Liya Kebede mariposeaba por la mesa principal para percatarse de que su nombre estaba en la de al lado, la de los “pequeños”, donde finalmente tomó asiento, resignada junto a otras tersas caras con menos recorrido que la suya. El cruel juego del estatus de celebridad, dibujado en apenas treinta sillas.
El resto de asistentes, unos 500, se repartía entre corporativo, periodistas invitados, celebridades locales, compromisos y clientes preferenciales. Tal y como proclamaba Da Silva desde el escenario, delatando una insólita faceta de entertainer, Brasil tiene que agradecer mucho a Pirelli. Y tanto. La multinacional italiana ha hecho de la superpotencia su puntal en Sudamérica, con cinco fábricas de neumáticos y un nuevo circuito de pruebas de Fórmula 1. También presumía Da Silva, encorajado, de que pronto su patria será la quinta potencia del mundo y de cómo ha subido el nivel económico de sus habitantes, “lo que significa que Pirelli podrá venderles más neumáticos aquí, con la consiguiente creación de empleos y crecimiento económico”. Como a Esperanza Aguirre tras abandonar el cargo, a Lula todo el mundo en la sala le seguía llamando presidente. Tronchetti, con quien mantiene un apreciable colegueo, le respondía a cambio que “para Pirelli, la presencia en Brasil es mitad negocio, mitad corazón”. En medio, cual cariátide, con la pose perfectamente alicatada, la Loren apenas dijo ni pío. El esforzado galán Santoro le soplaba hasta el nombre del fotógrafo, al que tenía que presentar. No hace falta decir que la actriz de 78 años no llegó más allá del segundo plato.

El expresidente de Brasil Luiz Inácio Lula da Silva y el presidente de Pirelli, Marco Tronchetti, en la fiesta de la firma de neumáticos anoche en Río de Janeiro. / SANTI CARNERI (EFE)
Entre comanda y comanda, las distracciones retaban la capacidad de sorpresa de los presentes: un número acrobático de Cirque du soleil por encima de las mesas, un cuarteto de cíngaras virtuosas del violín con un fondo de música disco… hasta la aparición de Marisa Monte acompañada de banda y arreglos de cuerda a los postres. A la brasileña le ha pasado como a Julieta Vengas en México, que comenzó como musa indie nacional y se ha ido descafeinando progresivamente a medida que conquistaba a todos los públicos. La cantante, que también posa en el calendario, logró que los presentes se levantaran de las mesas para arrimarse a las tablas. Al final invitó a Carlinhos Brown a acompañarla a los bongos, como preludio de la fiesta-fiesta.
Isabeli Fontana se contoneaba animando a Steve McCurry, que por primera vez en dos días sonreía con cara de alivio, sabiendo que pronto volvería a su pecera. Se retiró de inmediato. A su hombro colgaba su fiel cámara digital de una cinta desgastada, probablemente la misma que ha recorrido Afganistán, Uganda y tantos otros sitios. Por una noche, ese objetivo descansaba de los horrores de la guerra rindiéndose al glamour. Mientras la celebración pasaba del salón a una pista improvisada en los muelles, las modelos y caras conocidas salían escopetadas. Probablemente a ellas también les quedaban otras guerras, muy distintas, por librar.

Fonte – El Pais

OEA pode rever as penas do STF, diz analista argentino



Por Gabriel Bonis


Com o fim do julgamento do “mensalão”, os advogados dos réus condenados começam a se movimentar 
para recorrer da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), última instância do Judiciário brasileiro. Um dos caminhos avaliados seria buscar um reexame das sentenças na Corte Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), órgão ao qual as decisões o Brasil se compromete a submeter por ser um dos signatários do Pacto de San Jose.
“Se a Corte Interamericana entender que o julgamento, por alguma razão, não respeitou determinadas garantias e obrigações assumidas pelo Estado brasileiro, ele poderia ter de ser refeito”, acredita o professor argentino de Direito Administrativo Pablo Gutiérrez.
O docente da Universidad Nacional del Comahue, que esteve em São Paulo para realizar uma palestra na sede da Advocacia-Geral da União, na terça-feira 27, é especialista em direitos humanos e em aplicação de  tratados internacionais.
A possibilidade de recorrer à OEA foi aventada diretamente pelo deputado Valdemar Costa Neto, condenado a de 7 anos e 10 meses de prisão por lavagem de dinheiro e corrupção passiva. Ele defende o direito do duplo grau de jurisdição em seu julgamento. Uma tese também apoiada pelo ex-ministro da Justiça e advogado de um dos condenados Marcio Thomaz Bastos. Segundo ele, os advogados de outros réus estudam esse caminho após a fase de embargos de declaração no STF. “O réu deve também ter o direito de apelar da decisão ou de tê-la revisada por um segundo tribunal, a dupla instância. Se no sistema interno de cada país isso não é garantido, seria possível apresentar o caso à Corte Interamericana por violações destes direitos”, diz Gutiérrez na entrevista abaixo.
Dois ministros do Supremo se manifestaram sobre o assunto. O relator do caso e presidente do STF, Joaquim Barbosa, chamou a possível ação de tentativa de “enganar o público leigo” e  cinismo” por pensar que poderia ser revertida. Já Marco Aurélio Mello definiu o eventual recurso dos condenados como “direito de espernear”.
Pablo Gutiérrez entende que a OEA
exige julgamento em duas instâncias.
Foto: Gabriel Bonis

CartaCapital – Alguns réus condenados pelo Supremo Tribunal Federal no julgamento do “mensalão” estudam a possibilidade de recorrer da sentença à Corte Interamericana de Direitos Humanos. Quais são as possibilidades deles? A OEA costuma analisar esses casos?
Pablo Gutiérrez – Em qualquer julgamento deve haver certas garantias para que ele seja válido e justo, não importando o objeto discutido. Para o funcionamento do sistema, o julgamento deve ser feito por um juiz imparcial, com respeito pleno ao devido processo, ao direito de oferecer provas, em prazo razoável e com a devida fundamentação. O réu deve também ter o direito de apelar da decisão ou de tê-la revisada por um segundo tribunal, a dupla instância. Se no sistema interno de cada país isso não é garantido, seria possível apresentar o caso à Corte Interamericana por violações destes direitos.
CC – O julgamento do “mensalão” ocorre em instância única no STF. Isso poderia abrir espaço para recursos em massa por parte dos condenados à OEA?
PG – O sistema interno está obrigado a garantir uma segunda instância. Caso não a tenha, isso será revisado e controlado na Corte da OEA. O órgão não analisa a sentença, mas se houve ou não alguma violação daquilo que o Estado assumiu conforme o Pacto de San Jose, na Costa Rica. Isso inclui assegurar um julgamento justo e o direito a duas instâncias.
CC – A OEA, caso acionada, analisaria quais aspectos do julgamento?  
PG – No sistema interamericano se avalia se uma pessoa foi julgada com as garantias exigidas pela OEA, como se houve o devido processo. Não se controla se a condenação é justa ou não, mas se o julgamento ocorreu seguindo as obrigações assumidas internacionalmente. Também não se revisa a sentença, ou se volta a julgá-la porque este é um tema de direito interno. É um assunto do Brasil.
CC – O que poderia acontecer em uma eventual condenação do Brasil na OEA por este caso?  
PG – Na Argentina, houve casos de processo já terminados na Justiça que foram submetidos à Corte de Direitos Humanos, nos quais o órgão internacional entendeu não ter ocorrido uma investigação suficiente. Quando a sentença da Corte Interamericana foi anunciada, o Tribunal máximo do país, semelhante ao Supremo Tribunal Federal brasileiro, reabriu o caso. Deixou de lado a “causa julgada” porque é mais importante seguir a sentença da OEA. É uma obrigação do Estado argentino, que assumiu soberanamente cumprir a sentença. É um tema complexo, mas se um país assina um tratado está obrigado a cumpri-lo em todas as suas repartições públicas. Então, se a Corte Interamericana entendesse que o julgamento [do “mensalão”], por alguma razão não respeitou determinadas garantias e obrigações assumidas pelo Estado brasileiro, ele poderia ter que ser refeito.
CC – Em uma eventual sentença neste sentido, o Brasil poderia não cumpri-la sem sanções?
PG – Os países, quando assinam determinados acordos, se obrigam a cumpri-los de boa fé. Caso não o façam, as condenações seguem sendo reiteradas e a Corte Interamericana, junto com a OEA, supervisionem o seu cumprimento. O órgão também realiza boletins sobre quem cumpre ou não as sentenças. Como estamos em um sistema globalizado, no qual os países dependem uns dos outros, é importante saber que alguns organismos internacionais de assistência financeira e econômica não realizam aportes em locais que não respeitam os direitos humanos. Na Europa, para que um país entre na União Europeia é preciso que primeiro adira ao Tratado Europeu de Direitos Humanos, por exemplo. As sanções são interdependentes, seja no sistema de direitos humanos ou em alguns econômicos.
CC – Os condenados poderiam recorrer a outro tribunal internacional além da OEA?
PG – Não creio que haja outro sistema judicial, mas podem existir outras instâncias político-institucionais. Na América Latina, a Corte Interamericana é a última instância jurisdicional em matéria de direito fundamental e direitos humanos.

Fonte – Carta Capital

Sobre FHC



Por Paulo Halm no Twitter

"Chatiado" pela total falta de relevância política, o ex-presidente FHC diz que Lula confunde a coisa pública com a pessoal... O octogenário vendilhão da pátria deve ter esquecido sua filha Luciana Cardoso, funcionária fantasma no Senado .. do seu genro, David Zylberzstajn, presidente da ANP ( que tentou privatizar a Petrobrás e transformá-la em PetrobraX ) E claro, de seu filho PHC, quase um gigolô da coisa pública, que tantos escândalos criou, durante os 8 anos que o tucano era presidente.

Fonte – Twitter de Paulo Halm

Caixas de documentos desaparecem do Metrô de SP



Se fosse um Estado governado pelo PT, essa notícia estava estampada em todos os jornais, revistas e telejornais. Mas a mídia Tucana é Phd em manipular as notícias deste país. O papel da grande mídia brasileira é vergonhoso e antidemocrático.
Nota de Dirceu Faria

AE - Agência Estado
O Metrô de São Paulo publicou edital na sexta-feira informando sobre o extravio de 15.399 caixas com documentos do arquivo da companhia. São papéis diversos, incluindo contratos assinados entre 1977 e 2011 e relatório de análises das ocorrências da Comissão Permanente de Segurança (Copese) de 2006 a 2009, entre outros arquivos. Além de abertura de processo interno, foi feito um boletim de ocorrência e a polícia vai apurar o caso.
O sumiço dos documentos foi constatado em 9 de julho, mas o edital relatando o problema só foi publicado ontem no Diário Oficial Empresarial. O texto diz que o boletim de ocorrência do desaparecimento dos documentos foi feito no dia seguinte, sob número 1.435. Mas a Secretaria de Estado da Segurança Pública não confirmou a informação - ao menos na Delegacia do Metropolitano (Delpom), que recebe demandas do Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).
O Metrô disse que não poderia dar detalhes sobre o caso desta sexta-feira porque os responsáveis pelas áreas não estavam trabalhando.
A extensa relação de documentos contém papéis de desde 1977, quando o Metrô tinha apenas três anos de operação comercial. Os mais recentes são do ano passado. Os processos de "incidentes notáveis" - nome dado pelo Metrô para as ocorrências graves, que paralisam a operação e precisam de auxílio de ônibus para o transporte da população - vão de 2007 a 2009. Nesse período, houve pelo menos 11 grandes panes na rede.
Há duas investigações em andamento no Ministério Público Estadual sobre suspeitas de delito envolvendo o Metrô. Uma é sobre a licitação para o prolongamento da Linha 5-Lilás - em que há suspeita de fraude, com combinação de resultados por empresas envolvidas - e outra que investiga superfaturamento em contratação de serviços para reformas de trens das linhas já existentes. Promotores ouvidos pela reportagem, no entanto, disseram não acreditar que o sumiço possa prejudicar as ações - no caso da Linha 5, principalmente, porque o inquérito já foi relatado à Justiça. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte – estadão.com.br