Por
Sara Paixão
Patrimônio
imaterial da Mangueira como o Verde e rosa e a singular batida do surdo, a voz
de Jamelão não encontrou eco suficiente para que o intérprete fosse escolhido
para ser homenageado pela escola em 2013, ano de seu centenário. Por um
vultuoso patrocínio de R$ 3,6 milhões, a agremiação vai apresentar no ano que
vem o enredo sobre Cuiabá, a capital de Mato Grosso.
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Em nenhum momento cogitamos fazer o enredo sobre o Jamelão. Se fizéssemos, de
novo iriam nos criticar, dizendo: "a escola não está luxuosa".
Levamos três enredos com a cara e a coragem, e está na hora de mostrar que a
Mangueira pode, sim, apresentar alegorias que os críticos e jurados querem ver
— alega Ivo Meirelles, atual presidente da escola, referindo-se ao fato de a
agremiação já ter homenageado o Cacique de Ramos, Nelson Cavaquinho e a MPB.