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17 de maio de 2013

Pastor preso no RJ mantinha médico particular para fazer aborto em meninas que ele estuprava em apartamentos de luxo



Os depoimentos das vítimas que acusam o pastor Marcos Pereira de estupro indicam que o líder da Assembleia de Deus dos Últimos Dias (ADUD) promovia orgias e abusos sexuais como se estivesse salvando as pessoas de espíritos do mal.
As violações aconteciam na sede da igreja, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, e em uma residência da ADUD, onde moravam cerca de 30 seguidoras da seita.
Uma das vítimas, que contou ter sido violentada pelo pastor dos 14 aos 22 anos de idade, disse que ao se tornar seguidora do pastor Marcos Pereira e começar a usar o “roupão” típico dos fiéis foi muito criticada pela família.


Ao ouvir o pastor afirmar que as críticas “eram influência do diabo”, a jovem deixou a casa dos pais e se mudou para a residência da assembleia.
De acordo com o depoimento, prestado no dia 15 de abril de 2013, antes dos estupros o pastor afirmou que estava “vendo um espírito lésbico” na jovem.
Depois de algumas conversas, começaram os abusos. Segundo a vítima, Marcos passou “a trazer outros membros da ADUD para participar dos atos sexuais”.
Em uma das vezes, um “garoto de programa” participou da orgia, contou ela. Segundo a vítima, o líder da Assembleia de Deus dos últimos Dias “tinha sempre predileção por sexo anal”.

MEDO

17 de abril de 2013

Isidório atribui atentado em Boston a casamento gay




Admirador e entusiasta da conduta do deputado Marco Feliciano (PSC-SP), o parlamentar baiano Pastor Sargento Isidório (PSB) continua a chamar atenção com suas declarações; depois de 'explicar' que Feliciano "está certo" quando diz que homossexuais e negros são "amaldiçoados" e de se declarar "ex-gay", ele afirma que o casamento entre pessoas do mesmo sexo "está deixando Deus irritado" e a reação do Criador pode ser vista, por exemplo, na seca que castiga o Nordeste, nas enchentes do Sudeste, nos atentados em Boston e até mesmo nas ameaças de guerra por parte da Coreia do Note

Bahia 247
Admirador e entusiasta da conduta do polêmico presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara, o deputado estadual Pastor Sargento Isidório (PSB) parece estar querendo se tornar uma espécie de Feliciano da Bahia. Desde segunda-feira (15), Isidório tem suas declarações inusitadas estampadas nos principais veículos de comunicação local.
Depois de 'explicar' que Feliciano "está certo" quando diz que homossexuais e negros são "amaldiçoados" e de se declarar "ex-gay", Iisdório, agora, afirma que o casamento entre pessoas do mesmo sexo "está deixando Deus irritado" e a reação do Criador pode ser vista, por exemplo, segundo o deputado, na seca que castiga o Nordeste, nas enchentes do Sudeste, nos atentados em Boston e até mesmo nas ameaças de guerra por parte da Coreia do Note.
Pastor Isidório diz ainda que não se preocupa com o risco de ser expulso do PSB, pois estará "com Deus", e tal qual Feliciano, afirma que está sofrendo perseguição religiosa por parte de seus correligionários e de homossexuais.

Fonte – Brasil247

14 de março de 2013

O papa que não foi



Por Paulo Moreira leite

Deixando fatores religiosos de lado, cabe reparar que a escolha de Jorge Mario Bergoglio terá imensas consequências políticas para brasileiros e argentinos.


No Brasil, a escolha privou os adversários de Dilma Rousseff de um aliado seguro, que seria representado pelo cardeal Odilo Scherer.
A possível escolha de dom Odilo foi acompanhada com uma esperança inusitada por parte dos meios de comunicação, engrossando um coral de cálculos em voz baixa elaborados por políticos de oposição e personalidades próximas.
A ideia era que um papa brasileiro, como dom Odilo, poderia ser um ótimo contraponto na campanha de 2014 – quando o país deve assistir a um novo esforço dos adversários do governo para silenciar Lula, personalidade que possui uma estatura que nenhum rival conseguiu alcançar até o momento, pelo menos.
Imagine um papa – a quem muitos católicos enxergam como a voz de Deus na Terra – fazendo pronunciamentos e declarações desfavoráveis ao governo Dilma. Seria uma ajuda e tanto, vamos combinar.  Bento XVI chegou a ensaiar movimentos nesta direção, em 2010, deixando clara sua preferência pelos adversários de Dilma.
Dois bispos, em Guarulhos e na Paraíba, fizeram campanha direta e explícita contra a presidente. Um terceiro bispo, que assumiu uma postura oposta, foi pressionado a renunciar logo após as eleições.
O próprio José Serra deixou-se fotografar beijando um crucifixo e sua campanha fez de uma obsessão do Vaticano – o aborto – um tema quentíssimo da eleição.
A falta de carisma de Bento XVI e a boa situação do país, que crescia 7,5% em 2010, impediram que uma intervenção dessa natureza tivesse maiores consequências.
Embora Dilma Rousseff seja titular de um governo que mantém apoio da ampla maioria dos brasileiros em 2013, como dizem seus índices de opinião, ninguém imagina que a decisão de 2014 irá ocorrer num ambiente semelhante.  A possibilidade de a oposição se aliar a um dissidente do governo da estatura de Eduardo Campos coloca questões de outra natureza.

Na Argentina, a escolha de Bergoglio promete gerar complicações semelhantes para o governo de Cristina Kirchner, que vive um momento muito mais complicado do que a vizinha ao Norte. O novo papa é um adversário assumido de seu governo.

É possível fazer algumas observações, contudo.

O papa e o pecado da omissão



Por Clóvis Rossi

Bergoglio e sua igreja passaram em silêncio pelo genocídio que devastou a Argentina na ditadura

JORGE MARIO Bergoglio leva ao Vaticano um pecado imperdoável: foi no mínimo omisso durante o genocídio que a ditadura militar argentina praticou entre 1976 e 1983.
Nem é possível alegar que não era, então, uma figura destacada na hierarquia eclesiástica: foi provincial dos jesuítas entre 1973 e 1979. A parte mais selvagem da repressão se deu precisamente entre o golpe de 1976 e 1978, quando, a rigor, a esquerda armada já havia sido esmagada, junto com milhares de civis desarmados.
Há na Argentina quem acuse Bergoglio de ter sido pior do que omisso: o jornalista Horácio Verbitsky, autor de um punhado de livros sobre a ditadura, acusa o agora papa de ter sido cúmplice da repressão ao denunciar aos militares, como subversivos, sacerdotes que desempenhavam forte ação social.
Verbitsky diz possuir documentos obtidos na Chancelaria argentina que demonstram a veracidade de sua acusação.
Antes do conclave anterior (2005), um advogado da área de direitos humanos chegou a propor uma ação contra Bergoglio, acusando-o de ter sido cúmplice no sequestro de dois padres jesuítas em 1976.
Bergoglio sempre negou as acusações. Disse que, ao contrário, tentou proteger os jesuítas perseguidos.

Um papa suspeito



Jorge Mario Bergoglio, o cardeal argentino de 76 anos eleito ontem o novo papa da Igreja Católica com o nome de Francisco, em homenagem ao santo de Assis e também ao xará Xavier que tentou evangelizar a Índia no século XVI, pode até agradar a todos mas não a mim.
O seu passado suspeito, com graves acusações de participação na ditadura argentina, não o credenciam a ser o pastor de 1 bilhão e 200 milhões de fiéis espalhados pelo mundo.
Ele pode até não ser culpado, mas no mínimo cometeu o pecado da omissão – como bem escreve hoje, na Folha de S.Paulo, o jornalista Clóvis Rossi.
Leiam. E lamentem:
Jorge Mario Bergoglio leva ao Vaticano um pecado imperdoável: foi no mínimo omisso durante o genocídio que a ditadura militar argentina praticou entre 1976 e 1983.
Nem é possível alegar que não era, então, uma figura destacada na hierarquia eclesiástica: foi provincial dos jesuítas entre 1973 e 1979. A parte mais selvagem da repressão se deu precisamente entre o golpe de 1976 e 1978, quando, a rigor, a esquerda armada já havia sido esmagada, junto com milhares de civis desarmados.
Há na Argentina quem acuse Bergoglio de ter sido pior do que omisso: o jornalista Horácio Verbitsky, autor de um punhado de livros sobre a ditadura, acusa o agora papa de ter sido cúmplice da repressão ao denunciar aos militares, como subversivos, sacerdotes que desempenhavam forte ação social.
Verbitsky diz possuir documentos obtidos na Chancelaria argentina que demonstram a veracidade de sua acusação.
Antes do conclave anterior (2005), um advogado da área de direitos humanos chegou a propor uma ação contra Bergoglio, acusando-o de ter sido cúmplice no sequestro de dois padres jesuítas em 1976.
Bergoglio sempre negou as acusações. Disse que, ao contrário, tentou proteger os jesuítas perseguidos.
O que não dá para negar é que Bergoglio passou em silêncio por um período negro da história argentina, em que o comportamento de sua igreja foi obsceno.

16 de outubro de 2012

Serra acata Malafaia, ouve Reinaldo e isola Gonzales




Agenda homofóbica na campanha para prefeito de São Paulo foi contestada pelo publicitário Luiz Gonzalez, que faz os programas de José Serra; cada vez mais, o jornalista Reinaldo Azevedo, que hoje postou novo vídeo de Silas Malafaia, se converte no marqueteiro informal de Serra, numa campanha marcada pela baixaria; presidente da ABGLT publicou carta aberta ao candidato, lamentando postura discriminatória; Serra pode perder a eleição e a própria biografia

247 – Até agora, tem sido desastrosa ideia de José Serra de colocar como tema central do segundo turno em São Paulo o tema do chamado “kit-gay”. Ontem, reportagem da Folha de S. Paulo revelou que Serra, quando governador de São Paulo, divulgou cartilha semelhante à que foi preparada por Fernando Haddad, no Ministério da Educação.
Hoje, duas notas publicadas na coluna de Monica Bergamo revelam que a inclusão desse tema foi questionada tanto pelo coordenador da campanha, Edson Aparecido (PSDB-SP), como pelo marqueteiro do candidato, Luiz Gonzalez. Leia abaixo:
MALAFAIA FORA...
A coordenação da campanha de José Serra (PSDB-SP) se dividiu em relação à adesão explícita do pastor Silas Malafaia à campanha do tucano. Antes mesmo da revelação de que o próprio Serra, quando governador, autorizara a distribuição, em SP, de material anti-homofobia, que Malafaia chama de "kit gay", líderes do partido defendiam que o tema ficasse fora da campanha oficial.
...DE CONTROLE
Entre os contrários à entrada de Malafaia pela porta da frente na eleição estavam Edson Aparecido (PSDB-SP), coordenador da campanha de Serra, e Luiz González, marqueteiro do candidato.
Serra bancou a aposta e a única voz que o defende é a do blogueiro Reinaldo Azevedo, que se comporta como uma espécie de guru e marqueteiro informal do candidato. Nesta manhã, Azevedo publicou novo vídeo de Silas Malafaia. Assista:
 

Agenda homofóbica na campanha para prefeito de São Paulo foi contestada pelo publicitário Luiz Gonzalez, que faz os programas de José Serra; cada vez mais, o jornalista Reinaldo Azevedo, que hoje postou novo vídeo de Silas Malafaia, se converte no marqueteiro informal de Serra, numa campanha marcada pela baixaria; presidente da ABGLT publicou carta aberta ao candidato, lamentando postura discriminatória; Serra pode perder a eleição e a própria biografia

247 – Até agora, tem sido desastrosa ideia de José Serra de colocar como tema central do segundo turno em São Paulo o tema do chamado “kit-gay”. Ontem, reportagem da Folha de S. Paulo revelou que Serra, quando governador de São Paulo, divulgou cartilha semelhante à que foi preparada por Fernando Haddad, no Ministério da Educação.
Hoje, duas notas publicadas na coluna de Monica Bergamo revelam que a inclusão desse tema foi questionada tanto pelo coordenador da campanha, Edson Aparecido (PSDB-SP), como pelo marqueteiro do candidato, Luiz Gonzalez. Leia abaixo:
MALAFAIA FORA...
A coordenação da campanha de José Serra (PSDB-SP) se dividiu em relação à adesão explícita do pastor Silas Malafaia à campanha do tucano. Antes mesmo da revelação de que o próprio Serra, quando governador, autorizara a distribuição, em SP, de material anti-homofobia, que Malafaia chama de "kit gay", líderes do partido defendiam que o tema ficasse fora da campanha oficial.
...DE CONTROLE
Entre os contrários à entrada de Malafaia pela porta da frente na eleição estavam Edson Aparecido (PSDB-SP), coordenador da campanha de Serra, e Luiz González, marqueteiro do candidato.
Serra bancou a aposta e a única voz que o defende é a do blogueiro Reinaldo Azevedo, que se comporta como uma espécie de guru e marqueteiro informal do candidato. Nesta manhã, Azevedo publicou novo vídeo de Silas Malafaia. Assista:
 
Em meio à baixaria, o ativista Toni Reis, presidente da ABGLT, escreveu carta aberta a José Serra, em que revela sua decepção com a baixaria patrocinada pelo candidato tucano. Serra corre o risco de perder não apenas a eleição, como a própria biografia. Leia, abaixo, a carta aberta de Toni Reis:
CARTA ABERTA DE TONI REIS AO JOSÉ SERRA

Prezado José Serra,

Tenho 48 anos, sou gay e atualmente sou presidente da ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais. Sou casado oficialmente com David Harrad há 23 anos e somos os pais legais de Alyson Miguel Harrad Reis.

19 de setembro de 2012

A primeira foto do diretor do filme que pôs em convulsão o mundo islâmico


Nakoula com uma atriz do filme infame
Por Paulo Nogueira

E eis que finalmente aparece a primeira foto de Nakoula Basseley Nakoula, 55 anos, o americano de origem egípcia por trás do infame A Inocência dos Muçulmanos.
O filme continua a gerar protestos violentos no mundo árabe. Poucas horas atrás, uma mulher-suicida – raridade das raridades, até aqui – matou a si mesma e mais doze pessoas numa perua em Cabul, a capital do Afeganistão.
O atentado foi reivindicado pelo Hezb-i-Islami, um grupo que, a exemplo do Talibã, luta contra a presença americana no Afeganistão e contra o governo local, controlado pelos Estados Unidos. Nove estrangeiros morreram na ação, atribuída pelo Hezb-i-Islami ao filme de Nakoula.
Na mesma Cabul, o site do New York Times publicou uma foto perturbadora: uma marcha de crianças que gritavam “Morte aos Estados Unidos”. O ambiente não poderia ser mais nervoso. Na semana passada, um drone – os aviões americanos de guerra sem tripulação – matou mulheres e crianças no Afeganistão numa tentativa de alcançar militantes islâmicos.
Crianças gritam "morte aos Estados Unidos"
 num protesto no Afeganistão

Crianças gritam "morte aos Estados Unidos" num protesto no Afeganistão
Enquanto isso, do outro lado do mundo, Nakoula segue em sua louca cavalgada. Fugiu de sua casa na Califórnia no meio dessa madrugada com sua família rumo a um local ignorado.
As novas informações que vão aparecendo dele reforçam o perfil de um vigarista fanático. Nakoula, papéis descobertos ontem mostram, era informante do FBI. Ele se ofereceu para o papel de delator para reduzir a pena a que fora condenado por fraudes variadas, de sonegação de imposto ao uso de nomes falsos com propósitos espúrios.
Nakoula afirmou que o Islã é o “câncer do mundo”. Se ele olhar para o espelho, vai ver o tipo de gente que é, na verdade, o câncer do mundo.

Fonte – diariodocentrodomundo.com.br

31 de agosto de 2012

Padre Marcelo asperge água benta e Serra revela lado humano




Por Daniela Lima

Um dia depois de perder a dianteira na disputa pela Prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB) chorou ao participar de uma missa do padre Marcelo Rossi. O tucano foi convidado pelo sacerdote e acompanhou a cerimônia da primeira fila do altar.
Chamada "missa de cura e libertação", a celebração tem, tradicionalmente, forte conteúdo simbólico.
Rossi falou a Serra sobre a missa há cerca de 20 dias, durante rápido encontro na Bienal do Livro. Na ocasião, ressaltou que a missa era transmitida pela internet a "cerca de 500 mil pessoas". Ontem, outras 15 mil acompanharam a cerimônia in loco.
"Serra, você vai ver que missa emocionante é essa", avisou Rossi, logo no início]
 
O candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra,
em missa celebrada pelo padre Marcelo Rossi




   Reinaldo Canato/Folhapress
O padre pregou sobre superação de adversidades. Durante a palavra, citou um versículo de Eclesiástico. "Não entregues tua alma à tristeza e não aflijas a ti mesmo com tuas preocupações", disse, lendo o texto. "No mundo, querem nos derrubar com mentiras e inverdades. Aqui não", falou em outro trecho.
Serra comungou. "Nada poderá me abalar. Nada poderá me derrotar", dizia a música que embalou a ceia.
No fim da missa, o tucano falou. Parabenizou o padre e dom Fernando Figueiredo pelo santuário que vão inaugurar. "Eles desconhecem os limites do impossível", disse.
Depois, chorou ao lembrar que, já no fim da vida, sua mãe recebeu uma bênção de dom Fernando. "Isso me marcou muito". Serra recebeu água benta e saiu. "A porta está aberta para todos," disse padre Marcelo. "Mas amigo é amigo" concluiu. 

Fonte - Blog do Nassif

O beato voltou novamente

Por Dirceu faria

Tá feio Serra. Parece que nem o padreco o salvará. Olha como ele está gordo!!!. Este Marcelo Rossi é péssimo como cantor e pior ainda como ator, porque no papel de padre  ele é um grande canastrão.


11 de agosto de 2012

Livro do sociólogo Claudio Rendina vasculha bastidores da Igreja Católica



Soberba, avareza, luxúria e pedofilia, os itens enumerados na capa de Os Pecados do Vaticano, são apenas uma amostra dos escândalos que Claudio Rendina, escritor, poeta e historiador descreve em 352 páginas, com lupa de pesquisador e experiência de vaticanista. Lançada em 2009, a obra vendeu 30 mil exemplares em um mês. Não só pelo apelo do título e pelo conteúdo do índice - sete capítulos e apêndice -, mas também pela ficha bibliográfica do autor. Rendina escreveu, anteriormente, outros livros na mesma linha, entre eles Cardeais e Cortesãs, História dos Segredos do Vaticano e A Vida Secreta dos Papas, sempre com muito sucesso. É um autor que incomoda o Vaticano, mas não deixa de ser respeitado. 
Com base em documentos e citações fidedignas, Rendina descreve tramoias financeiras, aventuras sexuais, crimes de homicídio e massacres institucionais praticados por autoridades da Igreja. Os escândalos vêm desde os primeiros séculos, multiplicam-se na Idade Média e avançam até os tempos modernos. No caso da pedofilia, por exemplo, que incrimina cardeais e papas da época do Renascimento, as denúncias chegam até os dias de hoje. Ao tratar de assassinatos de pontífices no passado, o autor registra a suspeita de que João Paulo I teria sido envenenado em 1978 numa suposta queima de arquivo. O título do novo livro de Rendina soa um tanto panfletário - o conteúdo, porém, é sério. 

José Maria Mayrink


Fonte – Blog do Saraiva